sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Gravação do CD - Inácio Rios

Fui tocar em Niteroí e recebi a maravilhosa ligação do meu irmão, amigo, sambeiro, parceiro, Inácio Rios, para gravar no novo CD dele. A gravina iria rolar de manhã, depois passou para tarde, depois não daria mais tempo, ficou complicado, porque teria que passar o som no Country Clube de Pendotiba. Mas no fim deu tudo certo...

O Inácio é maluquinho mesmo, pegou o carro e foi me lá buscar. Durante a passagem de som, que estava demorando, fui no estudio e gravei uns pandeiros no disco. Rolou maneiro! Depois vocês vão escutar, curti bastante. Não poderia ficar de fora desse CD.
Desde pequeno Inácio sempre gostou de cantar e compor. Aos 8 anos gravou junto com o pai "Zé Catimba" num CD da Sony Music dos melhores sambas enredo da Imperatiz Leopoldinense.

Com 11 anos foi chamado por Martinho da Vila pra gravar duas faixas no CD "Butequim do Martinho". Neste, mostrou seu lado compositor na música "Se Deus Quiser" em parceria com o pai. Através desta participação no CD, fez shows no Tom Brasil (SP), Teatro Rival (RJ), Imperatiz, etc. E vários programas na TV como Sem Censura, Vídeo Show, Onda Carioca, etc.

Em 1997 recebeu o prêmio de "Revelação da MPB", pela OMB, como cantor e compositor.

Disputou em 2004, aos 19 anos, um samba enredo na Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel para o carnaval de 2005, com dois parceiros e consagrou-se o mais jovem campeão de samba enredo da história dos carnavais.

Em parceria com Diogo Nogueira compôs a música "Samba Pros Poetas" que está no atual CD e DVD do Diogo.

Seu primeiro CD, Bendita Percussão, lançado em Junho de 2007 conta com músicas de Dudu Nobre, Roque Ferreira, Nelson Rufino, Martinho da Vila, Zé Catimba, Diogo Nogueira, Paulo Cesar Pinheiro, entre outros.

Enfim, um CD para ficar na história.
Daqui a pouco vem aí o segundo CD do meu mano.
Inácio, boa sorte!
Viva a boa música popular!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Encontro com o Samba - Quinta do Parque

Compositor e cantor do primeiro escalão do samba carioca. Marquinhos Diniz é um bamba geneticamente forte, pois é filho de Monarco, irmão mais novo de Mauro Diniz e tio de Juliana Diniz.

Compôs para Zeca Pagodinho: Caviar, Parabólica, Mary Lú, Conflito, Dona Esponja, Dona Encrenca, Preservanção das raízes, Comunidade Carente e Sururu na Feira.

Grandes intérpretes gravaram seus sambas, dentre eles: Almir Guineto, Dudu Nobre, Reinaldo, Arlindo Cruz, Toque de Prima, Galocantô, Royce do Cavaco, Selma Rios, Grupo Sambalanço, Grupo Sob Medida, Quintal do Pagodinho, Gabrielzinho de Irajá, Bezerra da Silva e Trio Calafrio do qual faz parte com Luiz Grande e Barberinho do Jacarezinho e ainda gravou com seu irmão, Mauro Diniz, um pout-porri no CD Apoteose do Samba.

Foi citado por Zeca Pagodinho - em entrevista ao Jornal O Globo em julho de 2008 - na lista dos dez maiores compositores de samba dos últimos tempos.
Marcos Diniz também foi campeão de samba enredo na Escola Unidos do Jacarezinho e nos blocos carnavalescos Rosa de Ouro e Unidos de Oswaldo Cruz.

Atuou em programas de diversar emissoras, como: Domingão do Faustão, Jô Soares, Ratinho, Jorge Perlingeiro, e fez shows em diversas casas: Canecão, Teatro Rival, Teatro João Caetano, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Munical de Niteroí, entre outros.
Atualmente comanda a roda de samba quinzenalmente na Quinta do Parque em Niteroí.


O nome Mulato Velho veio de um prato feito com um bagre salgado e que era servido nas rodas de samba da Dona Vicentina.

O grupo surgiu a aproximadamente três anos, exatamente em torno de uma mesa, tocando, contando, comungando o prazer da companhia, fazendo despertar os sentidos, celebrando a vida, no que ela tem de melhor. Tem como essência o samba, símbola da nossa cultura.

O Grupo Mulato Velho tem a preocupação com o sentimento da música. O jeito de executar os instrumentos, a preocupação com a sonoridade e o respeito com a época com que a música foi composta.

Para o Mulato Velho a música não é apenas um conjunto de sons e ritmos, mas uma identidade da cultura de um povo. Um povo que demonstra do sofrimento à alegria no seu estilo musical. Estou falando do movimento musical mas rico do mundo, a Música Popular Brasileira.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Galocantô - Lirismo do Rio

O segundo CD do Galocantô "Lirismo do Rio" esta sendo gravado, e estive lá participando desse trabalho. Como sempre é um prazer fazer um som com essa galera, o ambiente sempre maneiro, rindo bastante e curtindo muito.
O repertório esta coisa linda, com músicas do Edson Cortes (Dinho), Rodrigo Carvalho (Biro-Biro-Biro), Lula Matos e uma novidade que meu irmãozinho Marcelo Correa (Nego) com música também nesse segundo CD, ainda tem musicas do João Martins, Mingo, Baiaco, Nei Lopes, Trio Calafrio, Zé Luiz, Fred Camacho, Tuninho Gerais entre outros...
A gravação ainda não acabou, estava apenas na base da batucada e estou muito feliz em fazer parte dessa historia.

Dinho e Pedro, quando dei por mim, com meu tamborim era de manhã.
Lula Matos, sem falar lulês mas com um swing danado
Pedro Areas, pega meu pandeiro, que tem partideiro
Alow Hein, estou aí...
Nego e Wanderson Martins (dois maestros)
Biro-Biro-Biro-Biro Carvalho
Leo Costinha, meu surdo parece absurdo.
Jadir Florindo, Eu, Biro, Lúcia, Marcelo, Wandeson e Lula

O Galocantô canta, e muito , não só as quatro da manhã, mas toda a cronologia do melhor cancioneiro verde-amarelo.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Batuqueiros da Lapa - Novo Projeto

Músicos residentes e frequëntadores do bairro da Lapa juntaram-se para fazer uma releitura dos clássicos do samba desde o inicio do século passado até os dias atuais. Reunem instrumentos surgidos nas primeiras rodas de samba até os apresentados no Cacique de Ramos que são utilizados nas rodas de hoje.
A proposta do grupo é reafirmar o samba como Patrimônio Histórico Cultural e participar de sua revalorização através das raízes. Mostrar que a roda de samba e comunhão, é integração, é emoção, são os partideiros improvisando alegria, os batuqueiros repicando em harmonia, as pastoras entoando uma melodia numa perfeita sintonia.
O samba é a nossa maior expressão cultural, mas sem a roda seria apenas música.



Lapa de todos os tempos

O projeto é formado por artistas populares, músicos, compositores e cantores, cuja a proposta é priorizar a cultura popular do Rio de Janeiro, especialmente aquela produzuda ou inspirada pela boemia carioca presente no bairro da Lapa.

A Lapa

Conhecida como berço da boemia carioca, escolhida como lugar preferencial dos amantes da vida noturna, em 1950, era conhecida como Montmartre Carioca, equiparando assim ao famoso bairro da boemia parisiense. Com essa herança a Lapa é o local privelegiado de memoráveis encontros e fonte para intelectuais, artistas e politicos. A diversidade cultural está presente em uma miríade de grupos artísticos tais como os de samba, de forró, do choro, ou seja, o melhor da Música Popular Brasileira.

O Samba

O samba, desde o seu nascimento, vem ocupando um papel relevante em nossa história. Por um lado, apresenta-se como um elemento de expressão de identidade não só carioca, mas também nacional. Por outro lado, desde a sua afirmação como tal, a partir dos anos de 1920, tem se tornado um elemento relevante na crítica dso custumes por parte de seus mais expressivos expoentes.

domingo, 10 de agosto de 2008

Dia dos Pais

Hoje passei um dia maravilhoso com as minhas filhas, curtimos bastante, fomos almoçar e depois fiquei conversando com a Thaynara enquanto a Gabriela estava dormindo, mas antes dela dormir, zuou o meu plantão.
Recebi algumas ligações pelo dia de hoje e fiquei pensando no meu pai que infelizmente não se encontra mas entre nós, que falta você me faz...
Vim aqui para escrever um pouco sobre ele, mas é difícil para penis falar dele, vamos lá, vou tentar.
Meu pai era um cara excepcional, amigo, maluco, honesto, sambeiro, doido, cervejeiro, viciado, parceiro, sincero, severo, resumindo, um ser incrível!
Aprendi muita coisa com ele, desde subir no morro e ir à reunião de pais no colégio. Também conheci o samba, mulher, cerveja, farra, noitada, tudo de bom e de ruim...
Fui em muitas festas, desfilei no Cacique de Ramos, muitas rodas de samba e comecei a trabalhar, ele sempre dizia quando ia trabalhar: filho vou catar latinha rsrsrs e fiz isso também desde cedo, e quando não queria ir para algum lugar ou não fazia o que ele queria, me dizia: Para de pantomina...srsrsrsrsrsrsrs srsrsrsrs rsrsrsrs hoje é mole de lembrar, na época ficava bolado com essa palavra, tempo bom...
Quando ele se foi, para nunca mais voltar, deixou meu coração partido, não queria acreditar, mas infelizmente era verdade, hoje em dia estou maduro para resistir a sua perda, nem gosto de lembrar, foi um tempo ruim, fiz até tratamento, hojé é tranquilo falar disso.
Então lhe presto esta homenagem, sou grato pela educação que recebi de você, tento seguir seus passos e me tornei um homem, pai, amigo, sambeiro, farrista, tranquilo, maluco, honesto e sempre correndo na frente dos meus objetivos, como seus ensinamentos é claro, sem pisar em ninguém, mas buscando o meu.
Você foi o grande AMIGO de todos os momentos, principalmente quando eu corria para o seu encontro para lhe pedir socorro.
Hojé é Dia dos Pais, para ser lembrado e comemorado, mas pra mim este e todos os dias serão para lembrar sempre de você.

Nascido no subúrbio nos melhores dias
Com votos da família de vida feliz
Andar e pilotar um pássaro de aço
Sonhava ao fim do dia ao me descer cansaço
Com as fardas mais bonitas desse meu país
O pai de anel no dedo e dedo na viola
Sorria e parecia mesmo ser feliz

Ê vida boa, quanto tempo faz
Que felicidade
E que vontade de tocar viola de verdade
E de fazer canções como as que fez meu pai

Um dia de tristeza me faltou o velho
E falta lhe confesso que ainda hoje faz
Me abracei na bola e pensei ser um dia
Um craque da pelota ao me tornar rapaz
Um dia chutei mal e machuquei o dedo
E sem ter mais o velho pra tirar o medo
Foi mais uma vontade que ficou pra trás

Ê vida à toa, vai o tempo, vai
Eu sem ter maldade
Na inocência de criança de tão pouca idade
Troquei de mal com Deus por me levar meu pai

Assim crescendo eu fui me criando sozinho
Aprendendo na rua, na escola e no lar
Um dia eu me tornei o bambambam da esquina
Em toda brincadeira, em briga, em namorar
Até que um dia eu tiver que largar o estudo
E trabalhar na rua sustentando tudo
Assim sem perceber eu era aduto já

Ê vida voa, vai no tempo, vai
Ah, mas que saudade
Mas eu sei que lá no céu o velho tem vaidade
E orgulho de seu filho ser igual seu pai

Pois me beijaram a boca e me tornei poeta
Mas tão habituado com o adverso
Eu temo se um dia me machuca o verso

E o meu medo maior é o espelho se quebrar
O meu espelho quebrou mas eu continuo aí...

Pai
Te amo, aonde quer que esteja!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Terça Brasil e Terça Nobre

É o nome do evento que levou Luiz Carlos da Vila na terça passada (29/07) em Camboinhas - Niteroí. Nesta data foi realizada uma homenagem a CANDEIA.
A idéia e levar um artista diferente a cada 15 dias.
A proxima atração é: Velha Guarda da Mangueira, dia 12 de agosto e o homenageado: JAMELÃO.

No dia 26 será a vez de Noca da Portela, autor de centenas de sucessos.
O diretor musical é Fernando Brandão e também violonista da roda, Cacau (cavaco e voz), Fabiano Segalote (trombone), André Jamaica (voz), eu (percussão e voz), Daniel Karin (percussão) e Felipe Tauil (percussão).

A roda de samba acontece no Shopping Camboinhas Mall, fácil acesso (entrada do bairro de Camboinhas), com estacionamento grátis. Os aperetivos e aquela ceveja geladinha ficam por conta dos bares situados na praça de alimentação. Na ultima rolou kaô com a conta do amigo, vai vendo, hein a galera chapa e depois não paga rsrsrsrs assim não rola.

Local: Camboinhas Mall
Horário: 22:00
Couvert: 20,00 H e 15,00 M

Aproveitando, vou falar também do Terça Nobre rsrsrsrsrs, tá querido!

Ontem foi a estréia na Associação Atlética Vila Isabel.
Meu amigo Dedé Aguiar convidou-me para participar do grupo Lenha na Fogueira, esse formado por músicos consagrados da noite carioca.
Pra quem não conhece o Dedé vou falar um pouquinho dele, o cara é cavaquinista da Grande Rio, compositor de mão cheia, consagrou-se vencedor do samba de 2008 da Vila Isabel.

O grupo é formado por: Carlos Junior (cavaco), Anderson Bombom (banjo), Marlon (violão 7 cordas), Alvaro Santos (pandeiro), Caju (tantan), Luiz Paulo (surdo) eu (percussão).

Local: Associação Atlética Vila Isabel
Horário: 18:00
Couvert: 6,00 H - Obs.: Damas grátis

Amigos um detalhe cada semana toco em um lugar, uma semana em Campoinhas e outra em Vila Isabel, um forte abraço.

Fui

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Pré Lançamento - João Martins

João Martins
O show
Inácio Rios
Joana Rychter
Clarice Azevedo
Flavinho Bento e Chacrinha

Ontem rolou o pré lancamento do CD do meu irmãozito João Martis no Bar Ensaio Geral na Barra da Tijuca. O show foi maravilhoso, muitos amigos, muitas canjas, correu tudo maravilindo, graças a Deus.
Agora temos até o nome da banda que surgiu lá no palco rssrsrsrs "Sofredores do Castelo" rsrsrsrsrs muito bom esse nome, só quem sofreu lá vai entender, mas deixa isso pra lá.
A banda é formanda por: Leandro Diaz (cavaquinho), Macelo Correa (violão 7 cordas), Jorge André, Jorge Alexandré e Lula Matos (percussão).
Os trabalhos já estão abertos, viva o samba!

Se é pra recordar dessa maneira
Sempre causando desprazer
Jogando fora a vida em mais uma bebedeira
Ó sinceramente, é preferível me esquecer

Eu te prometi mundos e fundos
Mas não queria te magoar
Eu não resisto aos botequins mais vagabundos
Mas não pretendia te envergonhar
Marquei bobeira...

Vi muitas vezes o destino
Ir na direção errada
E a bondade vira completo desatino
A carícia se trasnformando em bofetada

Ah, eu sou um rolimã numa ladeira
Não tenho vício da ilusão
Hoje, eu vejo as coisas como são
E estrela é só um incêndio na solidão
Se eu feri teu sonho em pleno vôo
Pra que pedir perdão
Se eu não me perdôo

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Seis por Meia Dúzia

Está um pouco complicado pra escrever, tenham calma, ainda falta falar dos Batuqueiros da Lapa e do meu mas novo projeto: CLAREOU


Makley Matos - Canário

O grupo SEIS POR MEIA DÚZIA, foi formado em setembro de 2006 para acompanhar o cantor "Makley Matos", na Primeira Mostra de Novos Talento JOVENS BAMBAS DO VELHO SAMBA realizado pelo Carioca da Gema em novembro de 2006, onde Makley sagrou-se campeão.
E como diz o ditado: "em time que esta ganhando não se mexe", a parceria campeã continua.
Makley Matos e Seis por Meia Dúzia se apresentam em alguns do melhores redutos do samba de raiz do Rio de Janeiro com um repertório vasto, muita qualidade musical e maturidade profissional apesar da pouca idade de seus integrantes, que são:

Daniel Felix - Percussão

Filho de um dos principais percussionista de toda a história da MPB, Daniel herdou do pai "Eliseu" todo o talento com os instrumentos de percussão.
Nasceu no Rio de Janeiro em 06/06/81, mas foi muito cedo morar em Brasília e lá ja passou grande parte de sua vida. De volta à cidade natal em 2003, e já como músico profissional, Daniel vem nos últimos anos se destacando no cenário musical carioca.

Além de integrar o 6 por meia Dúzia ele também faz parte da bando do cantor "Diogo Nogueira" e já acompanhou artistas como: Jorge Aragão, Monarco, Marcelo D2, Sombrinha, Arlindo Cruz, Beth Carvalho, Moacyr Luz, Luiz Carlos da Villa, Elba Ramalho entre outros nomes.

Jorge Alexandre - Percussão

Carioca, nascido em 10/03/86, Jorginho ainda criança quando começou a desenvolver o seu talento musical durante as festa de família ao som do mais autêntico samba de fundo de quintal. Aos 9 anos já participava da bateria do Império Serano nos ensaios da Escola e assim tornou-se percussionista.

Em 2002 teve a sua profissionalização musical quando passou a integrar o grupo Fé e Raiz acompanhando a cantora Rita de Pina no Casarão Cultutal dos Arcos.

Sua maior consagração profissional aconteceu em 2005 na gravação ao vivo do CD E DVD Renascer Samba Clube projeto idealizado pelo compositor Moacyr Luz e fruto do já tradicional: Samba do Trabalhador onde Jorginho toca semanalmente a mais de 4 anos.

Estudou na Escola Villa Lobos e integrou a Orquestra Popular com a qual teve a oportunidade de fazer apresentações no Circo Voador, Palácio Guanabara, Teatro João Caetano além de viagens por todo o Brasil.

Em 2007 participou do show "Para Sempre Noel" realizado no CCBB.

Jorge André - Percussão

Nasceu em 31/10/1975 no Rio de Janeiro. Despertou para a música aos 12 anos por influência de seu avô Amaro da Portela, com quem aprendeu gostar dos instrumentos de percussão. Com 13 anos tocava na Inocente Caprichosso, escola de samba mirim da agremiação e era ritimista como gosta de ser chamado até hoje.
Ainda como músico amador, fundou em 1997 o tradicional Pagode da Tia Ciça que acontecia em Irajá na sua casa, que como ele mesmo diz a família dele não é sambista: É SAMBEIRA!

Mas foi em 1998 quando passou a integrar a banda do cantor Fábricio Freire com quem tocou por 2 anos no Sesc do Engenho de Dentro, além de viagens por estados brasileiros, que Jorge André decidiu largar o emprego que tinha e se dedicar exclusivamente à música.

Desde então vem atuando no cenário musical carioca onde já trabalhou com diversos artistas, como: Beth Carvalho, Sombrinha, Monarco, Luiz Carlos da Villa, Gabrielzinho de Irajá, Arlindo Cruz, Dudu Nodre, Nelson Sargento, Délcio Carvalho, Ivone Lara, Ivo Meirelles, Trio Calafrio, Batuque na Cozinha, Mulato Velho, Mauro Diniz entre outros nomes.

Em 2006 trabalhou com o diretor o diretor artístico Tulio Feliciano no lançamento do CD do compositor Leandro D' Menor, realizado no Teatro João Caetano, assim como o lançamento do CD "Fina Batucada" do grupo "Galocantô" realizado em 2007 no "Canecão".
Neste mesmo ano participou do "Tributo a Roberto Ribeiro" realizado no "Sesc Pompéia" (SP), esse com direção musical de "Wandersom Martins" e do show de lançamento do CD do grupo "Bom Gosto" também no Canecão e gravou no CD do arranjador, compositor e pianista Sérgio Mendes e Will, vocalista do Black Eyed Peas.

Em 2008 participa das gravações do CD do grupo Samba de Males, ganhador do concurso da Bhahma, de um sul africano chamado: Dy Raive, Renatinho Santos e João Martins tendo trabalhando em todos esses com o diretor musical, arranjador, compositor e instrumentista: Wanderson Martins.

Luís Barcelos - Bandolim

Nascido em Rio Grande em 02/04/1987 mudou-se para Porto Alegre, onde com 10 anos começou a estudar informalmente cavaquinho e violão. Com o estudo teórico-musical inicia sua carreira intregrando o grupo "Reminiscências", grupo de choro mais antigo do Rio Grande do Sul e porteriormente a "Camareta Brasileira" durante 3 anos, com qual gravou o CD "Deixa Assim".
Em 2003 começa os seus estudos ao bandolim. Participou do concurso "Uma canção para Porto Alegre", tendo sido classificado em 2º lugar entre 511 escritos, com a canção "Nobre, belo Porto" em parceria com Alexandre Susin. Ainda neste ano participou da gravação do 2º disco do Clube do Choro de Porto Alegre.

Em 2005 transferiu-se para o Rio de Janeiro realizando trabalhos no grande circuito de casas de samba e choro com artistas como: Hamilton de Holanda, Ronaldo do Bandolim, Humberto Araújo, Diogo Nogueira, Galocantô, Paulo Sérgio Santos, Zé da Velha, Walter Alfaiate, Silverio Pontes, Henrique Cazes, Luciana Rabello, Maurício Carrilho, Eduardo Neves, Rogério Caetano, Moacyr Luz entre outros nomes.
Ainda no mesmo ano participou do show "In Concert" de Marco Pereira e Osquestra interpretando a música "Luz das Cordas".

Em 2006 participa das gravações do CD cantora e compositora Simone Guimarães pela gravadora Biscoito Fino, da série "Choro Carioca" da gravadora Acari Records e do primeiro CD do Saxofonista Samuel de Oliveira.
Participou de diversos shows com cantores como: Milena Tibúrcio, Pedro Amorim e Marcos Sacramento. E dos shows de lançamento do CD do violonista e compositor Rogério Caetano, como na Sala Funarte Sidney Miller - RJ, Clube do Choro de Brasília, Santander Cultural de Porto Alegre e Centro Cultural Oscar Niemayer em Goiânia.

Paulinho Bicolor - Cavaquinho

Apesar de ter como seu principal trabalho a participação no CD e DVD "A Madrinha do Samba" da cantora Beth Carvalho, onde toca cuíca em 5 faixa, é o cavaquinho o instrumento que Paulinho toca há mais tempo, 10 anos.

Natutal de Brasília, nascido em 12/12/1983, foi lá que iniciou seus estudos musicas e deu seus primeiros passos no mundo do samba. Estudou na Escola de choro Rahpael Rabello, onde pode ser aproximar também do chorinho.

Mudou-se para o Rio de Janeiro em dezembro de 2001 e vem desde então se intregrando no mercado de trabalho carioca. Além das gravações com sua querida amiga Beth Carvalho, Paulinho já tocou com Paulo César Feital, Luiz Carlos da Villa, Moacyr Luz, Diogo Nogueira, Marcel Powell, Délcio Carvalho entre outros nomes.

Não é só no show bisines que Paulinho vem atuando, ele também é professor de música (cavaquinho) do Centro Musical Adolfo da Tijuca, um dos mais conceituados institutoss musicais da Cidade.

Rafael Mallmith - Vioão sete cordas

Nascido em Porto Alegre (RS), em 23/04/81, começou a estudar cavaquinhos aos 14 anos. Profissionalizou-se aos 17 anos e logo começou a tocar em grupos de samba na cidade.
Intregou o grupo "Chorando Cedo" como cavaquinista durante 2 anos, quando já estudava violão. Foi um dos fundadores da "Camerata Brasileira" grupo no qual atuou com violonista 7 cordas de 2002 há 2005. Com esse grupo gravou o disco "Deixa Assim", excursionou por várias cidades do sul do país em shows de lançamento do disco. Ainda intregrando esse grupo, participou do festival "Guitarra y Luz" em Assuncción - Paraguai.
Como violonista acomponhou alguns nomes do choro e do samba da música local entre eles: Plauto Cruz, Kim Ribeiro, Darci Alves e alguns outros.

Em 2005 transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde trabalha no grande circuito de casas de samba e choro, além de gravações e shows importantes sambistas e instrumentistas brasileiros, como: Diogo Nogueira, Walter Alfaiate, Iracema Monteiro, Pedro Amorim, Henry Lentino, Samoel Oliveira, Jaime Vignole, Luciana Rabelo, Maurício Carrilho, Eduardo Neves, Humberto Araújo, Rogério Caetano, Grupo Chapéu de Palha entre outros nomes.

Em 2006 começou a trabalhar como monitor da Escola Portátil de música, projeto coordenado por Maurício Carrilho e Luciana Rabello, no mesmo ano participu da gravação do projeto "Manhã Carioca", lançado pela gravadora Acari Records.

Em 2007, participou do musical "Araci Cortes", a rainha da Praça Tiradentes em cartaz no Teatro Vanucci, no Teatro João Caetano e também dp show "Onomatopéia não é Palavrão", dirigido por Herminio Bello de Carvalho na sala Baden Powell e atualmente é integrante do "Regional Carioca".

CONTINUO NA CORRERIA DE SEMPRE...

sábado, 26 de julho de 2008

É sempre assim - Arlindo e Sombrinha

Agora já estou melhor!

Hoje não estou bem, triste, chateado e pensativo e esse música fala tudo nesse momento.

Compositor: Arlindo e Sombrinha

É sempre assim
Tem dias que você me trata bem
Saudades de mim
Buscando aquilo que você não tem

É sempre assim
Tem noites que eu não sei o que é dormir
Saudade de mim
Tem noites que você esta aqui

É sempre assim
Num segundo vira as costas, vai embora
Saudade de Mim
Me deseja me proucura toda hora
O que fazer ah!
Se eu tenho você ih!
Parece que não
Que não, que não, que não, que não

Mas é sempre assim
Me despreza, me entristece teu desprezo
Saudade de mim
Que loucura em da tudo que mereço
Na indecição
Balança meu coração
É hora

É hora de toda a tristeza se acabar
Teu coração , é o meu lugar, meu lugar
Queria com toda tristeza te entregar
Meu coração, te amar, te amar, é hora

OBS.: QUERIA APENAS UMA RESPOSTA!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Gravação do Renatinho na Rocinha

Mauricio Araujo, Lula Matos e Renatinho
Mauricio, Eu e Lula

Maurico, Eu no fundo, Lula e Costinha afinando o cavaquinho





Renatinho
Rocinha é um bairro localizado na cidade do Rio de Janeiro. Destaca-se por ter sido a maior favela do pais, contando com cerca de 56 mil habitantes.
É vizinha a um shopping entre os bairros da Gávea e São Conrado, dois dois bairros com o IPTU mais altos da cidade. A proximidade entre as residências de classe alta dessees dois bairros e as de classe média baixa e baixa da Rocinha marca um profundo constraste urbano na paisagem da região.
Fui lá para a gravação do CD meu amigo Renatinho, em um estúdio que fica embaixo da casa da mãe dele, a recepção foi maravilha, Tia Maria, valeu pelo rango...
Vi muita coisa não sabia que a Rocinha é tão grande assim, sem contar que não andei muito pela comunidade mas o pouco que vi já valeu.

Junto ao mar
Um morro que ainda era despovoado
Nasceu uma favela
Moram lá
Pedreiros, carpinteiros, costureiras
Cresceu demais
Já mais não tem fronteiras
E tornou-se grande é bela
Foi assim
Graça a força da comunidade
Que em pouco tempo já virou cidade
Hoje das favelas é a rainha
No carnaval
O samba por lá também rola
Já até ja fundou a sua escola
E na passarela é a caçulinha
Que satisfação
E com grande prazer que exalto
A união entre morro e asfalto
Da favela da Rocinha
Rocinha também tem a sua imagem
Na capela abençoando o dia a dia
Nossa Senhora da Boa Viagem
Se ilumina quando bate Ave Maria
Rocinha já paz parte da aquarela
Da poesia do meu Rio de Janeiro
Salve essa gente de bem que mora nela
Lutando para ser feliz o ano inteiro
Tem também
Não há razão pra se guardar segredo
A moçada que mete o dedo
A malandragem que mete a mão
Mole não
Vem que tem
Mas pra falar tem que ter respeito
A Rocinha mora no meu peito
Do lado esquerdo do meu coração
SALVE A ROCINHA!

domingo, 20 de julho de 2008

Dia do Amigo - 20/07

Não sei quando e como se começou a comemorar o Dia do Amigo. Mas certamente quem sugeriu a criação dessa data já tinha algumas amizades especiais como a que sinto por vocês. Amigos são jóias raras e as amizades se apresentam com gestos e não apenas com manifestações.
Por esse motivo é que eu me empenho muito em ter vocês sempre próximos de mim.
Meus amigos Cleber Augusto, Djalma Falcão e Bicudo conseguiram musicar muito bem o que é AMIZADE!

Amigo

Hoje a minha inspiração
Se ligou em você
E em forma de samba
Mandou lhe dizer
Tão outro argumento
Qual nesse momento
Me faz penetrar
Por toda nossa amizade
Esclarecendo a verdade
Sem medo de agir
Em nossa intimidade
Você vai me ouvir
Foi bem cedo na vida que eu procurei
Encontrar novos rumos num mundo melhor
Com você fique certo que jamais falhei
Pois ganhei muita força tornando maior

A amizade...
Nem mesmo a força do tempo irá destruir
Somos verdade...
Nem mesmo este samba de amor pode nos resumir
Quero chorar o seu choro

Quero sorrir seu sorriso
Valeu por você existir amigo

Andrezinho Oliveira, André Sorriso, André Irajá (lingüiça), Airton (São Paulo), Álvaro Santos, Ana Paula Pereira, André Neguinho e Grupo Bom Gosto, Azeitona, Baiaco, Binho Lucas, Biro Biro (Galocantô), Bombom (Banjo de Corte), Canguru, Celinho (Nascente), Chillene (São Paulo), Cleber Augusto, Coelho (Luiz Cláudio), Cidinho Batucada, Cosminho (Ex Alo Som), Costinha (Galocantô), Daniel Felix, Davi (surdo), Davi (Sambaí), Dudu Nobre, Edgar (Didio), Edson Cortes, Edu Tardin, Eduardo Thilay, Elaine (prima) Erica (prima), Fabiana (prima), Fabrício Freire (Clareou), Fernanda Cury (Escura + que amiga), Feijão Dredy, Feijão (tantan), Flavinho Homero, Flavinho Miúdo, Flavio Regis, Florencia (Argentina), Guilherme e Grupo Malandragem (Argentina), Gustavinho da tantan (Caxias), Inácio Rios, João Martins, Junior de Jesus (Clareou), Karla Verônica, Leandro Diaz, Liliane (Vaz Lobo, Cordovil, Cascadura e novamente Cordovil), Luana, Luci Magalhães, Luciano Nascimento, Lula Matos, Mackey Matos e Seis por Meia Duzia, Magu (Praça Seca), Marcelo Azevedo (Caxias), Marcelo Nego (Galocantô), Marcelo Amaro, Marcos Diniz e Grupo Mulato Velho, Margareth Lins, Monique (Irmã), Michelle (Irmã), Mirian (Vaz Lobo), Mariana (Pony - Argentina), Mauricio Araujo, Nenen (Pilares), Monique (Irmã), Nicolas (Argentina), Niltinho (segundo eu soube), Pedro Areas (Galocantô), Pintinho Caxias (Piau), Renato (Gato Preto – Ilha do Governador), Roberto Caxias), Ronnie Oliveira, Rominton), Rose (MÃE), Sabino (Clareou), Sandro (Imbica), Silmara (São Paulo), Sipriano, Sugus, Taisa (Nova Iguaçu), Tcha Tcha Tcha e Partideiros do Cacique, Tia Aurenir, Tia Beth, Tia Sueli, Tio Pelé, Tiago Gostosinho (Clareou), Tim Maia, Tuta Cavaco, Valci Oliveira (Referência), Vanessa Manaus, Victor Souza (Vilola de Corte), Walace Porto (Wallas), Wando (Blackout), Willian Oliveira, Wilson Batera, Wladmir (batera) e Ximena (Bolivia).

OBS.: Com cerveja esqueci de alguém rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs, tá foda de lembrar todos os nomes, graças a Deus tenho muitos amigos.

domingo, 29 de junho de 2008

Samba de Malês

O grupo, vence concurso promovido pela Brahma. Banda de samba de raiz é formada por jovens com formação erudita. Projeto contou com mais de 1.300 horas de música e reuniu mais de 70 bares de Campo Grande, zona oeste carioca.

Música erudita com samba. Essa mistura tem mostrado que dá certo, pois foi com ela que o grupo Samba de Malês levou o primeiro lugar do Sambrahma, projeto musical que revelou novos talentos no Rio de Janeiro. A banda tem formação erudita da Escola Villa Lobos, mas foi com samba de raiz que começou a se destacar no cenário musical do Rio. Durante todo o projeto, um público cativo prestigiou os jovens, que mesclam cuíca com flauta e violão clássico, no Bar dos Amigos, também conhecido como Bar do Hamburgão, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Alunos e ex-alunos da Escola Portátil de Música juntaram-se em meados de fevereiro de 2007, para voltar com o tradicional samba do Juarês em Sta. Teresa, onde tocaram por alguns meses.Participaram da primeira edição do concurso Sambrahma, realizado pela Brahma e a AMBEV.Chegaram ao final do concurso como vencedores, ganhando um prêmio em dinheiro e a gravação de duas mil cópias de um CD com músicas inéditas.

O CD foi gravado no renomado Estúdio Copacabana, com direção musical de Wanderson Martins e Anderson Rocha. Conseguiram ainda músicas de compositores assíduos das rodas de samba do Rio, e de grandes nomes como Dona Ivone Lara e André Lara, João Martins, Mingo, Baiaco entre outros.

O CD conta ainda com a participação de Silvério Pontes, que gravou um Maxixe de sua autoria e músicos como: Carlinhos 7 cordas, Jorge André, João Martins, Anderson Rocha, Felipe Tauil, entre outros.
Fui convidado por o Wanderson Martins para participar desse projeto, gostei muito e batuquei bastante, um forte abraço para a galera do Samba de Malês.

SUCE$$O

Fui...

terça-feira, 17 de junho de 2008

Agora acabou!

Canta meu sabiá...

Onde tudo começou... Nosso maestro!

Esse sabe trabalhar rsrsrs... Salve o Samba do Trabalhador!

O piloto não sumiu rsrsrsrs ficou e mandou super bem como sempre.

Só laia laia... cada piloto na sua aeronave... professor de Lulês...

Marcelo Nego violão de corte...

Tocando repique de anel

Agora realmente acabou a minha contribuição no disco do Joãozito, resumindo gravei: surdo, repique de mão, pandeiro, repique de anel, zanza e tamborim. Quando cheguei lá na terça o clima estava maravilhoso. Eu não estava muito bem, acordei as 06h00min da manhã para uma reunião que foi barra pesada, escutei muito, mas foi bom, pois conseguimos resolver o repertório do grupo que estou trabalhando agora. Fazer parte de um grupo não é mole não, ainda mais Eu que estava acostumado a tocar e receber o meu ir embora, às vezes sem receber rsrsrs, mas faz parte...
Vou colocar algumas fotos da galera que estava nesse dia no estúdio em Copacabana.


Eu, Eduardo Neves, Joãozito, Wanderson Martins, Jadir Florindo e Jorge Alexandre


segunda-feira, 9 de junho de 2008

Samba João Martins - Mais um dia!

Hoje rolou mais um dia de gravação lá em Copacabana do meu irmãozito João Martins, infelizmente o Lula e o Marcelinho não estavam, tinham ido para São Paulo com o Galocantô. Eu, João e Jorge Alexandre colocamos os complementos, agora esta completo.
Que nada, falta o Luiz Augusto colocar a congas e atabaque.
Muito suce$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$o meu irmão.

Fui

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Samba João Martins - Isso vai dar o que falar, aguardem...





Uma segunda feira (02/06/08), tranqüila, tranqüila nada, foi complicado acordar as 07h00min para estar no estúdio em Copacabana as 09h00min, morando no IRAQUE é foda!
Gravação do disco do meu irmãozinho João Martins. Chegando lá encontrei o Lula Matos (Galocantô), Marcelinho (Galocantô), Jorge Alexandre (Samba do Trabalhador), para fazermos a base do disco, correu tudo bem, deixamos no swing nesse trabalho maravilhoso com a produção do querido Wandersom Martins “pai do João” que esta dando a maior força pra ele. Já estava esquecendo do Jadir o técnico que sinistro nos programas de gravação e da uma luz e tanta quando o samba esta correndo, de vez em quando a gente se empolga rsrsrsrsrsrs!
Desejo muita sorte nessa nova empreitada meu amigo.
Quando precisar de mim estarei sempre à disposição, estamos unidos na vida e na lida!

Fui...